A maioria das pessoas que procuram auxílio de um professor de canto ou fonoaudiólogo fazem esta pergunta. Temem pela resposta, mas para alegria de todos, é sim: todos podem cantar, qualquer um, até mesmo os gagos - e o gago quando canta não gagueja. Nelson Gonçalves era gago.
Há quem já nasça com o ouvido musical ligeiramente desenvolvido, estes conseguem perceber as mudanças de tons e disfonias com mais facilidade, mesmo que ainda não tenham contato direto com teoria e prática musical; e há quem precise de treino e mais contato com o mundo da música para que comece a discernir as diferenças.
Assim sendo, as duas grandes questões são “o que é cantar e/ou ser afinado?” e “como eu me afino?”
“Cantar afinado“ ou “ser afinado” nada mais é do que reproduzir as notas propostas pela música de maneira correta. Toque no piano, violão ou outro instrumento o clássico “do-ré-mi-fááá, fá-fáá, do-ré-do-rééé, ré-réé...” e tente imitar o som, faça com que sua voz seja emitida na mesma frequência das notas tocadas. Se conseguiu, parabéns, você cantou afinado.
Não sabe se conseguiu? Vamos à segunda resposta. A chave para cantar afinado é aprender a ouvir, ouvir a si mesmo e aos outros instrumentos. É necessário registrar no sensor/coordenador do seu aparelho fonador (logo mais veremos esta parte) as tonalidades tocadas para que haja uma evolução constante da percepção sonora, enquanto a prática dos exercícios o auxilia a melhorar o timbre e a impostação da voz cantada. Quanto mais contato com músicas já registradas, áudios de vocalizes, instrumentos harmônicos e de melodia, etc, mais apurado ficará seu ouvido musical.
É possível que algumas pessoas tenham maior dificuldade na percepção das tonalidades mesmo depois de um bom tempo de aulas e treinos. Se detectar que o problema é auditivo, recomenda-se uma visita a um fonoaudiólogo para que seja feita uma audiometria (exame de audição).
Do ponto de vista fisiológico, estudioso e muscular, todos podemos cantar. Se com aulas, teorias, treinamentos e tudo mais, o aluno não conseguir, e comprovadamente não tiver algum problema auditivo, segue este exemplo.
"- Ahhh professor, mas eu fiz muitas aulas e sou desafinado ainda!"
"- Você realmente treinou? Com dedicação, disciplina, paciência e perseverança?"
"- Sim."
"- De verdade?"
"- É... acho que sim."
"- Sei. Bom, eu queria ser jogador de futebol, treinei muito (eu acho) e me esforcei também, mas não deu muito resultado."
Há quem já nasça com o ouvido musical ligeiramente desenvolvido, estes conseguem perceber as mudanças de tons e disfonias com mais facilidade, mesmo que ainda não tenham contato direto com teoria e prática musical; e há quem precise de treino e mais contato com o mundo da música para que comece a discernir as diferenças.
Assim sendo, as duas grandes questões são “o que é cantar e/ou ser afinado?” e “como eu me afino?”
“Cantar afinado“ ou “ser afinado” nada mais é do que reproduzir as notas propostas pela música de maneira correta. Toque no piano, violão ou outro instrumento o clássico “do-ré-mi-fááá, fá-fáá, do-ré-do-rééé, ré-réé...” e tente imitar o som, faça com que sua voz seja emitida na mesma frequência das notas tocadas. Se conseguiu, parabéns, você cantou afinado.
Não sabe se conseguiu? Vamos à segunda resposta. A chave para cantar afinado é aprender a ouvir, ouvir a si mesmo e aos outros instrumentos. É necessário registrar no sensor/coordenador do seu aparelho fonador (logo mais veremos esta parte) as tonalidades tocadas para que haja uma evolução constante da percepção sonora, enquanto a prática dos exercícios o auxilia a melhorar o timbre e a impostação da voz cantada. Quanto mais contato com músicas já registradas, áudios de vocalizes, instrumentos harmônicos e de melodia, etc, mais apurado ficará seu ouvido musical.
É possível que algumas pessoas tenham maior dificuldade na percepção das tonalidades mesmo depois de um bom tempo de aulas e treinos. Se detectar que o problema é auditivo, recomenda-se uma visita a um fonoaudiólogo para que seja feita uma audiometria (exame de audição).
Do ponto de vista fisiológico, estudioso e muscular, todos podemos cantar. Se com aulas, teorias, treinamentos e tudo mais, o aluno não conseguir, e comprovadamente não tiver algum problema auditivo, segue este exemplo.
"- Ahhh professor, mas eu fiz muitas aulas e sou desafinado ainda!"
"- Você realmente treinou? Com dedicação, disciplina, paciência e perseverança?"
"- Sim."
"- De verdade?"
"- É... acho que sim."
"- Sei. Bom, eu queria ser jogador de futebol, treinei muito (eu acho) e me esforcei também, mas não deu muito resultado."
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